Calculadora de recuperação · 8 MIN

Teste a recuperação face aos RTO e RPO

Altere as etapas de recuperação e o intervalo de dados não recuperados. Veja por que razão restaurar mais depressa nem sempre significa perder menos dados.

A situação

Um serviço fictício de encomendas para às 10:00. Os dados mais recentes que podem ser recuperados são das 09:40. O negócio aceita uma interrupção de 60 minutos e, no máximo, 15 minutos de dados perdidos.

O que fazer

  1. Selecione Interrupção original. Compare a interrupção com o RTO e o intervalo de dados não recuperados com o RPO.
  2. Experimente Restauro mais rápido e depois Ponto de recuperação mais recente. Leia que objetivo melhora e que valor de entrada causou a mudança.
Precisa de contexto? Leia a lição

Comece por um exemplo

Cada exemplo preenche os campos abaixo e mostra o resultado. Pode depois alterar os valores.

RPO

Ponto de recuperação → interrupção

Até que momento anterior têm de ser recuperados os dados?
RTO

Interrupção → serviço útil

Quanto tempo demora a regressar um serviço útil?
Objetivos de negócio
Etapas sequenciais do exercício
Ponto de recuperação dos dados

Fórmula: deteção + decisão + restauro + validação = duração da interrupção. Meça separadamente o intervalo de dados não recuperados, no momento da interrupção. Estas etapas são sequenciais. Não conte duas vezes trabalho em paralelo.

PARA CONCLUIR

Restaurou o serviço mais depressa. Reduziu também os dados perdidos?

Compare a sua resposta com a explicação

Não. Neste exemplo, o restauro mais rápido reduz a interrupção de 55 para 40 minutos. O ponto de recuperação continua a deixar 20 minutos de dados em falta. Um ponto de recuperação mais recente reduz esse intervalo para 5 minutos. O tempo de recuperação e os dados recuperáveis precisam de evidências separadas.

Use isto no trabalho

Num exercício de recuperação, registe tanto o momento em que o serviço fica utilizável como a hora da sua transação recuperada mais recente.

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